Guia Completo: Imposto de Renda 2026 para Serviços Digitais
A temporada do Imposto de Renda 2026 se aproxima e, com o amadurecimento e a recente regulamentação do mercado de tecnologia e serviços online, entender as regras tributárias tornou-se vital para a sua operação. Para quem atua com serviços digitais — sejam desenvolvedores, gestores de tráfego, copywriters, infoprodutores ou consultores online —, a declaração de rendimentos exige uma precisão contábil específica. Dominar as noções básicas e intermediárias sobre esse tributo é o passo inicial para garantir a saúde financeira e a conformidade fiscal do seu negócio.
A obrigatoriedade da entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 alcança todos os profissionais de serviços digitais que superaram o teto de isenção estipulado pela Receita Federal no ano-calendário anterior. Além disso, também estão obrigados aqueles que possuem bens acima do limite legal estipulado ou que movimentaram grande volume de rendimentos isentos e não tributáveis. Vale destacar que receber pagamentos de plataformas estrangeiras não o isenta da tributação; pelo contrário, exige um controle rigoroso sobre a conversão cambial e o recolhimento mensal de impostos.
O prazo de entrega da declaração anual normalmente se estende entre os meses de março e maio de 2026. A antecipação é a melhor estratégia para reunir invoices, notas fiscais, extratos de gateways de pagamento e recibos diversos. Deixar essa organização para os últimos dias frequentemente resulta em omissão de receitas, preenchimento equivocado e, consequentemente, retenção na temida malha fina da Receita Federal. O grande objetivo da declaração não é meramente pagar imposto, mas comprovar a evolução lícita e transparente do seu patrimônio com base nos seus ganhos reais.
Nesse contexto, é indispensável saber com exatidão os detalhes que devem ser declarados. Para o prestador de serviços digitais, isso abrange valores recebidos via plataformas de infoprodutos, comissões de afiliação, contratos diretos B2B, repasses de plataformas de freelance estrangeiras e até pagamentos liquidados em criptomoedas. Cada modalidade de recebimento possui um tratamento e uma ficha específica no programa da Receita, e qualquer divergência pode gerar pesadas inconsistências fiscais.
Se você deseja entender o funcionamento da tributação do seu setor, como aplicar deduções previstas em lei para pagar o mínimo de imposto possível e afastar qualquer risco de autuação, continue a leitura deste conteúdo. Identificar essas vantagens fiscais é o segredo para proteger seus ativos e escalar a lucratividade dos seus serviços!
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O que são e como funcionam os Serviços Digitais?
Antes de mergulharmos nas regras tributárias, é importante contextualizar o que engloba o mercado de serviços digitais. Em linhas gerais, trata-se de qualquer prestação de serviço entregue majoritariamente por meio da internet, sem a necessidade de presença física ou barreiras geográficas. Esse modelo de negócio revolucionou a economia, permitindo que profissionais brasileiros atendam clientes em qualquer parte do mundo com apenas um computador e conexão à rede.
Os tipos de serviços digitais mais conhecidos incluem o desenvolvimento de softwares (SaaS – Software as a Service), a criação e venda de infoprodutos (cursos online e e-books), a gestão de tráfego pago, o copywriting, as mentorias virtuais e o suporte técnico remoto. A característica central de todos eles é a escalabilidade e a dependência de plataformas tecnológicas para a distribuição e o recebimento de valores.
E também os criadores de conteúdos em geral que atuam nas mais variadas plataformas, como instagram, youtube, tiktok e outras.
O funcionamento financeiro dessas operações geralmente ocorre através de gateways de pagamento (como Hotmart, Kiwify, Stripe ou PayPal) ou de plataformas de intermediação de trabalho remoto (como Deel, Upwork ou Payoneer). O cliente paga à plataforma, que retém uma taxa e repassa o valor líquido ao prestador. É exatamente no rastreamento desse fluxo financeiro que a Receita Federal tem focado suas atenções nos últimos anos.
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Quais são os principais pontos da lei 15.325/2026 e quais trabalhadores ela alcança?
A Lei 15.325/2026 representa um divisor de águas ao regulamentar oficialmente diversas categorias de profissionais do ambiente virtual. Esta legislação alcança diretamente os trabalhadores que fornecem serviços digitais, trazendo clareza jurídica para desenvolvedores independentes, estrategistas digitais, coprodutores, analistas de dados e consultores de e-commerce. A grande vitória da lei foi tirar essas ocupações do limbo jurídico, reconhecendo-as formalmente no mercado de trabalho.
Os impactos tributários após a publicação desta lei são profundos e afetam diretamente o Imposto de Renda. A legislação definiu Códigos de Atividade Econômica (CNAEs) específicos para cada nicho de serviço digital. Isso acabou com a improvisação de usar códigos genéricos, permitindo um enquadramento muito mais exato em regimes como o Simples Nacional, o que facilita a formalização, mas aumenta a fiscalização sobre profissionais não legalizados.
Com essas novas diretrizes, as regras sobre exportação de serviços digitais e repasses de coparticipação em infoprodutos tornaram-se mais claras, consolidando a obrigatoriedade da emissão de notas fiscais para toda e qualquer transação. Para os profissionais do setor, atuar apenas com base no CPF ou na informalidade tornou-se uma prática insustentável e de altíssimo risco.
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Quais são as novidades do Imposto de Renda 2026?
A Receita Federal investe pesado em tecnologia ano após ano, e o Imposto de Renda 2026 reflete esse avanço. A principal novidade é a robustez da declaração pré-preenchida, que agora captura de forma muito mais eficiente os dados de corretoras de criptomoedas, exchanges e bancos digitais internacionais. Isso significa que o Fisco já possui o mapeamento prévio de grande parte do que você faturou.
Outra atualização de peso envolve a correção das faixas de tributação e da tabela de isenção, que foram ajustadas para acompanhar a realidade econômica do país. Para quem presta serviços digitais como Pessoa Física, acompanhar essas faixas é essencial para decidir o momento exato de migrar para um CNPJ. A prioridade de restituição para contribuintes que utilizam a declaração pré-preenchida e o recebimento via Pix (chave CPF) também foi reforçada.
As regras de rastreabilidade internacional também ficaram mais estreitas. Através de acordos de cooperação global, a Receita Federal aprimorou o cruzamento de informações com plataformas de pagamento baseadas no exterior. Omitir aquele saldo em dólar no Payoneer ou no Stripe, intencionalmente ou por esquecimento, tornou-se praticamente impossível sem acionar alertas nos sistemas da malha fina.
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Os profissionais de Serviços Digitais devem pagar o imposto de renda?
Sem meias palavras: sim, quem presta serviços digitais deve pagar imposto de renda. Qualquer rendimento obtido por uma pessoa física residente no Brasil está sujeito à tributação, não importa se o cliente final está em São Paulo, Lisboa ou Nova York. Todo o faturamento gerado pela venda de infoprodutos, consultorias, programação ou gestão de tráfego entra na base de cálculo do governo.
Um erro comum entre profissionais iniciantes no mercado digital é a falsa crença de que transações feitas inteiramente pela internet não são monitoradas. A partir do momento em que o capital ingressa em uma conta bancária atrelada ao seu CPF ou a uma instituição financeira integrada ao Banco Central, o registro fiscal é consolidado. Se esses valores somados ultrapassarem o limite de isenção, o pagamento torna-se inegociável.
É vital quebrar o paradigma de que só quem tem carteira assinada (CLT) arca com tributos. A tributação sobre o trabalhador autônomo segue a tabela progressiva do Imposto de Renda, que pode abocanhar dolorosos 27,5% dos seus ganhos mensais. Ou seja, além de pagarem, os profissionais de serviços digitais autônomos costumam arcar com as alíquotas mais severas do sistema tributário.
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Como deve ser feito o pagamento do imposto? Qual prazo?
Para o profissional de serviços digitais que atua como Pessoa Física, o imposto não é pago apenas uma vez por ano. O recolhimento deve ser mensal, por meio de um sistema obrigatório chamado Carnê-Leão. Essa regra se aplica a todo rendimento recebido de outras pessoas físicas (como alunos de cursos online que pagam via CPF) ou recebimentos oriundos do exterior (clientes de fora do Brasil).
O prazo para o pagamento desse imposto é inegociável: o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) gerado pelo Carnê-Leão deve ser quitado até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento do valor. Por exemplo, se os pagamentos das suas mentorias caíram na sua conta em agosto, o imposto correspondente deve ser pago até o último dia útil de setembro.
O preenchimento do Carnê-Leão é realizado digitalmente no portal e-CAC da Receita Federal. O prestador de serviços deve registrar as receitas mensais, e a própria plataforma do governo calculará o tributo devido com base na tabela progressiva. Posteriormente, esses dados mensais são facilmente exportados para a Declaração de Ajuste Anual no ano seguinte.
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Quais despesas podem ser deduzidas no carnê-leão?
Uma das formas de amenizar a alta carga tributária para quem atua como Pessoa Física é a escrituração do Livro Caixa. Ele permite deduzir do Carnê-Leão algumas despesas que são estritamente necessárias para a manutenção e a execução do seu serviço digital, reduzindo assim o valor sobre o qual o imposto de até 27,5% será calculado.
Para quem atua com serviços digitais, as deduções aceitas pela Receita Federal podem incluir custos com provedores de internet, energia elétrica, contratação de servidores ou hospedagem (AWS, HostGator), assinaturas de softwares essenciais (Figma, ferramentas de e-mail marketing) e a compra de equipamentos profissionais, sempre mediante notas fiscais nominais ao seu CPF.
Entudo, é preciso aplicar essas deduções com extremo cuidado técnico. Caso você trabalhe em formato home office, a Receita Federal exige o rateio das contas residenciais, permitindo, via de regra, que apenas 20% das despesas de aluguel, água e energia sejam abatidas como custo profissional. Gastos pessoais mascarados como despesa de trabalho são um atalho perigoso para autuações fiscais.
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Como deve ser feita a declaração de IR? Qual prazo?
A Declaração de Ajuste Anual é o momento de consolidar toda a sua vida financeira do ano que passou e apresentá-la ao governo. Ela pode ser elaborada pelo programa gerador da Receita Federal instalado no computador, pelo aplicativo de celular ou diretamente via portal e-CAC, acessível para quem possui contas gov.br nos níveis prata ou ouro.
Nesse processo, o profissional de serviços digitais deverá importar os dados já alimentados no Carnê-Leão e adicionar suas informações patrimoniais. É o momento de declarar saldos em contas correntes, aplicações em corretoras, carteiras de criptomoedas, participações societárias, aquisição de veículos ou imóveis, além dos pagamentos efetuados a serviços de saúde e educação. A coerência entre o que você ganhou e o patrimônio que construiu deve ser perfeita.
O prazo legal para envio costuma ocorrer entre o início de março e o final de maio de 2026. A entrega fora deste período estipulado resulta em multa imediata por atraso, que varia do valor mínimo de R$ 165,74 até o limite de 20% do total do imposto devido. A organização documental prévia é o único caminho para não correr contra o relógio.
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Quais despesas podem ser deduzidas na declaração de IR?
Durante a Declaração de Ajuste Anual, além daquelas despesas já lançadas no Livro Caixa mensal, o profissional tem o direito de utilizar as chamadas deduções legais. Estas são voltadas para os gastos pessoais do contribuinte e dos seus dependentes, possuindo o poder de reduzir o imposto a pagar ou, em muitos casos, gerar imposto a restituir.
As deduções mais fortes e comuns abrangem as despesas médicas, hospitalares, exames laboratoriais e planos de saúde, que não possuem teto máximo de limite, desde que rigorosamente comprovadas. Também são dedutíveis as despesas com instrução formal (como mensalidades escolares e graduações), que possuem um limite financeiro anual estabelecido em lei, além de aportes em previdência privada no modelo PGBL.
É crucial que o prestador de serviços digitais arquive todos os recibos, notas fiscais e informes de pagamento por pelo menos cinco anos. O cruzamento que a Receita Federal faz com as clínicas médicas e hospitais é instantâneo. Incluir despesas médicas sem o respectivo lastro documental é a forma mais rápida de ter a declaração bloqueada para averiguação.
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O que acontece quando deixa de pagar o imposto de renda?
Achar que o Fisco não notará a ausência do seu pagamento é uma aposta com altíssimo potencial de ruína financeira. Quando um profissional de serviços digitais deixa de declarar receitas ou de recolher o tributo devido, o cruzamento automático de dados de instituições financeiras, operadoras de cartão e sistemas Pix identifica a inconsistência rapidamente, retendo o contribuinte na malha fina.
Se o débito não for resolvido, a Receita Federal bloqueia o seu CPF, que passa a constar como “Pendente de Regularização”. As consequências são imediatas e travam sua rotina: impossibilidade de abrir contas em bancos, bloqueio de cartões de crédito, proibição para renovar o passaporte, impedimento para assumir cargos públicos e cancelamento de contratos com empresas de grande porte que exigem regularidade fiscal.
O prejuízo financeiro direto também é colossal. Além dos juros Selic, a multa de mora sobre o imposto atrasado chega a 20%. Porém, se a Receita iniciar um procedimento fiscal de ofício para cobrar a dívida, a multa punitiva dispara para 75% sobre o valor sonegado, podendo bater 150% caso os fiscais comprovem fraude, dolo ou falsificação de documentos.
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Quanto tempo a receita federal tem para fiscalizar?
No universo do direito tributário, opera a regra da “decadência”. Esse é o termo técnico para o prazo limite que a Receita Federal e as Secretarias de Fazenda possuem para analisar, cruzar dados, questionar e cobrar os impostos referentes às operações de um contribuinte.
O Código Tributário Nacional estabelece que o Fisco tem o prazo de 5 (cinco) anos para realizar auditorias e lançamentos de ofício. Esse relógio começa a bater no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que a cobrança poderia ser feita. Em termos práticos, uma falha na declaração das suas vendas de infoprodutos de 2026 poderá ser auditada e cobrada com juros até dezembro de 2031.
É por esse risco de longo prazo que orientamos todos os prestadores de serviços digitais a manterem um arquivo digital blindado com todas as notas fiscais emitidas, relatórios de gateways de pagamento, extratos bancários e recibos de despesas dedutíveis. A contabilidade profissional não se preocupa apenas com o imposto de hoje, mas com a segurança jurídica da sua empresa durante toda essa janela de cinco anos.
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Cuidado com as fake news sobre imposto de renda. Cite algumas.
O ecossistema dos serviços digitais é marcado por um excesso de informações descentralizadas. Em grupos de networking, fóruns e redes sociais, multiplicam-se “conselhos tributários” que não possuem nenhum amparo legal. Tomar decisões financeiras com base nesses boatos pode resultar em multas pesadas e dor de cabeça.
Fake News 1: “Dinheiro recebido em plataformas de fora não paga imposto no Brasil.”
Falso. A legislação brasileira tributa a renda universal do residente fiscal no país. Se você prestou um serviço digital e recebeu no exterior, o valor deve ser oferecido à tributação mensalmente, sujeitando-se às regras do Carnê-Leão.
Fake News 2: “Recebimentos via Pix de valores fracionados ou baixos não são rastreados pela Receita.”
Falso. Com o sistema e-Financeira, as instituições bancárias são obrigadas a reportar toda a sua movimentação ao Fisco, independentemente do valor individual das transferências. O somatório mensal é analisado por inteligência artificial.
Fake News 3: “Se eu deixar o dinheiro na Hotmart ou no Stripe e não sacar para minha conta bancária, não preciso declarar.”
Falso. O imposto incide sobre a “disponibilidade econômica ou jurídica” da renda. A partir do momento em que o dinheiro está liberado na carteira virtual da plataforma e você tem o poder de sacá-lo, o fato gerador do imposto de renda já aconteceu.
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A abertura de uma empresa pode ajudar o prestador de serviços digitais a pagar menos imposto? Por que?
A resposta é categórica e definitiva: SIM. Para profissionais de serviços digitais que já possuem recorrência no faturamento mensal, a transição de Pessoa Física para Pessoa Jurídica (abertura de CNPJ) é a principal e mais eficiente estratégia legal para reduzir radicalmente a carga tributária.
Isso ocorre porque a legislação brasileira tributa de forma muito mais agressiva o trabalho da Pessoa Física. Um prestador autônomo rapidamente atinge a alíquota máxima de 27,5% do Imposto de Renda, além de ter que arcar com a contribuição ao INSS, que pode chegar a 20%. Essa combinação destrói a margem de lucro de qualquer profissional do mercado digital.
Ao formalizar um CNPJ, o prestador pode se enquadrar no regime do Simples Nacional ou do Lucro Presumido. Dependendo dos CNAEs vinculados aos seus serviços (como licenciamento de software ou treinamento em desenvolvimento profissional), o imposto pode iniciar com alíquotas a partir de 6% sobre o faturamento. Essa técnica, conhecida como elisão fiscal, é a forma inteligente e lícita de manter o dinheiro no caixa do seu negócio em vez de entregá-lo ao governo.
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Quais são as vantagens na abertura da empresa?
A redução imediata da carga tributária, migrando do teto de 27,5% para alíquotas que podem iniciar em 6%, é o atrativo mais evidente da abertura de um CNPJ, mas os benefícios vão muito além disso. Atuar como Pessoa Jurídica confere ao prestador de serviços digitais a credibilidade necessária para operar profissionalmente no mercado.
A principal vantagem operacional é a possibilidade de emitir Notas Fiscais. Contratos rentáveis com empresas consolidadas, grandes lançamentos de infoprodutos e agências de marketing exigem a emissão de nota fiscal para justificar as despesas no orçamento corporativo deles. Ser pessoa física impede você de fechar grandes parcerias B2B. Além disso, o CNPJ abre portas para contas bancárias corporativas, taxas menores de antecipação e acesso a linhas de crédito para estruturar sua equipe.
Outro ponto fundamental é o planejamento previdenciário. Através do CNPJ, o empresário pode definir a retirada de um “Pró-labore” (seu salário base). Contribuindo para o INSS sobre esse valor planejado, você garante acesso a benefícios como auxílio-doença, licenças e contagem de tempo para a aposentadoria, com um custo muito menor do que o exigido na modalidade de profissional autônomo.
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Quais são os documentos necessários para abrir a empresa?
Com as atualizações nos sistemas governamentais e o suporte de uma contabilidade digital moderna, o processo de abertura de um CNPJ para prestadores de serviços digitais tornou-se extremamente veloz e sem a necessidade de papelada física. Tudo é conduzido 100% pela internet, permitindo que você continue focado em suas entregas.
Para darmos entrada no processo, a documentação básica exigida consiste em: documento de identificação com foto (cópia digitalizada do RG ou CNH contendo o CPF), um comprovante de residência atualizado em seu nome e o espelho do IPTU do endereço que servirá como sede da empresa (a maioria dos municípios permite o uso do endereço residencial ou de sedes virtuais para serviços online).
Para formalizar as assinaturas na Junta Comercial e na Receita Federal de forma remota, você precisará apenas da sua conta gov.br (níveis prata ou ouro) ou de um Certificado Digital e-CPF. Também será necessário definir aspectos como a razão social e o nome fantasia. Todo o trabalho pesado, desde a elaboração do contrato social até a emissão do Alvará, fica inteiramente sob a nossa responsabilidade técnica.
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O poder do CNPJ: Um Estudo de Caso de Sucesso
Para demonstrar o impacto do planejamento tributário na vida real, baseamo-nos em um cenário clássico que recebemos rotineiramente em nosso escritório. Imagine um especialista em gestão de tráfego pago e copywriting que faturava cerca de R$ 20.000,00 líquidos por mês, atendendo diversos clientes pequenos, porém atuando estritamente como Pessoa Física (autônomo).
Nesta condição, ele sofria um verdadeiro confisco pela tabela progressiva do Imposto de Renda. Considerando a alíquota de 27,5% e as parcas deduções permitidas, ele chegava a pagar aproximadamente R$ 4.500,00 por mês apenas em tributos federais. Após analisarmos o seu caso, estruturamos a abertura de sua Pessoa Jurídica, enquadrando suas atividades nos CNAEs corretos do Simples Nacional.
Com o novo CNPJ ativo, sua carga tributária despencou para a faixa inicial de 6%, somada aos pequenos encargos sobre seu Pró-labore estratégico. O custo mensal com impostos caiu para a casa dos R$ 1.300,00. **A economia direta foi superior a R$ 3.200,00 todos os meses.** Com esses quase R$ 40.000,00 economizados no ano, de forma 100% dentro da lei, ele pôde contratar assistentes para expandir sua agência e realizar aportes em investimentos financeiros, acelerando a construção do seu patrimônio.
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Como o nosso escritório de contabilidade pode ajudar?
Entender algoritmos, dominar linguagens de programação, criar funis de venda e atender clientes já consome praticamente todo o tempo de um prestador de serviços digitais. Ter que lidar simultaneamente com guias do governo, regras de notas fiscais e malha fina é um desgaste desnecessário. O nosso escritório existe para ser a engrenagem invisível que mantém o financeiro do seu negócio rodando com perfeição e segurança.
Entregamos uma gestão contábil de ponta a ponta, focada em elisão fiscal contínua. Nós não somos apenas emissores de boletos de impostos; monitoramos ativamente as suas notas emitidas, o seu recebimento do exterior e os limites do seu regime tributário (Simples Nacional ou Presumido) para assegurar que você está sempre na faixa de imposto mais barata permitida pela legislação.
Assumimos o peso da burocracia e a responsabilidade técnica pelas suas declarações perante a Receita Federal. Realizamos o monitoramento preventivo da situação do seu CPF e do seu CNPJ, garantindo que sua única preocupação seja escalar os seus serviços, fechar novos contratos e entregar excelência aos seus clientes.
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Quais são os serviços prestados por um escritório de contabilidade?
Um escritório de contabilidade estruturado age como o verdadeiro departamento financeiro e de recursos humanos terceirizado da sua operação digital. O nosso trabalho é segmentado em três grandes áreas vitais: Contábil/Fiscal, Departamento Pessoal e Societário.
Na operação do dia a dia (Setor Fiscal/Contábil), cuidamos da apuração rigorosa de todos os seus impostos, da escrituração contábil (Balanço Patrimonial, DRE, Livro Caixa) e orientamos a emissão correta de Notas Fiscais, especialmente nos casos complexos que envolvem exportação de serviços ou rateio com coprodutores nas plataformas digitais.
No Departamento Pessoal, gerenciamos a emissão do seu Pró-labore mensal, as guias do INSS e, caso você decida expandir e contratar colaboradores CLT (suporte, design, vendas), processamos toda a folha de pagamento e encargos trabalhistas. Por fim, no Setor Societário, operamos todas as legalizações: abertura, alteração contratual, regularização de alvarás e a entrega da temida Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física anual.
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Por que o cliente deve escolher um escritório especializado em seu segmento de atuação em vez de um escritório genérico?
A contabilidade tradicional foi desenhada para atender comércios físicos, farmácias e indústrias. Quando um contador genérico atende um prestador de serviços digitais e ouve termos como gateway de pagamento, SaaS, checkout transparente, invoices e coprodução, o risco de um enquadramento fiscal completamente equivocado é imenso. O mercado da tecnologia possui regras muito próprias que não se aplicam à contabilidade de rua.
Optar por um escritório especializado significa garantir a aplicação de benefícios fiscais que contabilidades tradicionais desconhecem, como as isenções de PIS e COFINS aplicáveis na exportação de serviços para clientes estrangeiros. Contadores generalistas, por insegurança ou desconhecimento, muitas vezes tributam transações internacionais de forma equivocada, fazendo o empreendedor digital pagar muito mais do que deveria.
Nós respiramos o ecossistema digital diariamente. Entendemos exatamente como a Hotmart repassa os valores, como o Stripe opera e o que a Receita Federal cruza nas malhas de tecnologia. Essa hiperespecialização zera as margens de erro, evita multas astronômicas e maximiza a rentabilidade da sua agência ou projeto online, com um atendimento que ocorre do mesmo jeito que o seu negócio: 100% digital e sem burocracia.
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Sobre Nós: A Contabilidade Especializada em Serviços Digitais
Somos um escritório contábil dinâmico, moderno e construído exclusivamente para as necessidades do mercado digital. Entendemos o seu modelo de negócio melhor do que ninguém e, por isso, oferecemos um atendimento humanizado, ágil e altamente tecnológico, eliminando reuniões longas e o envio de papéis físicos. Nosso foco é destravar o crescimento da sua empresa.
Temos muito orgulho de afirmar que já atendemos mais de 1.000 prestadores de serviços digitais em todo o país. Essa experiência maciça nos permitiu desenvolver processos blindados contra erros fiscais. Pautamos nosso relacionamento pela transparência absoluta, trabalhando com contratos de prestação de serviços contábeis celebrados com todos os nossos clientes, assegurando sigilo de dados, responsabilidade técnica e o cumprimento rigoroso de prazos.
Ajudamos na formatação societária ideal, na aplicação das regras da Lei 15.325/2026, no planejamento tributário para redução de impostos, na gestão da sua folha de pagamentos e no envio anual da sua Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física e Jurídica.
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