Rendimentos de Publipost (publis): É preciso pagar imposto de renda?

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Rendimentos de Publipost (publis): É preciso pagar imposto de renda em 2026?

A temporada do Imposto de Renda 2026 está se aproximando e, com o amadurecimento do marketing de influência, entender as regras tributárias tornou-se um passo decisivo para a sua carreira. Para quem trabalha com a internet e recebe rendimentos de publipost (as famosas “publis”), a declaração de ganhos exige uma precisão contábil específica. Dominar as noções básicas e intermediárias sobre a tributação dessas parcerias é a única forma de garantir a saúde financeira e a conformidade do seu perfil profissional.

A obrigatoriedade da entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 atinge todos os criadores de conteúdo que superaram o teto de isenção estipulado pela Receita Federal no ano-calendário anterior. Além disso, também estão obrigados a declarar aqueles que possuem bens em seu nome que ultrapassem o limite legal, ou que movimentaram um grande volume de rendimentos isentos e não tributáveis (como lucros e dividendos de empresas). Vale destacar que receber pagamentos por publis através de agências, cachês diretos ou até mesmo em produtos exige um controle rigoroso sobre os seus ganhos mensais.

O prazo de entrega da declaração anual normalmente se estende entre os meses de março e maio de 2026. A antecipação é a melhor estratégia para reunir contratos de publicidade, notas fiscais, extratos bancários e recibos diversos. Deixar essa organização para os últimos dias frequentemente resulta em omissão de receitas, preenchimento equivocado e, consequentemente, retenção na temida malha fina da Receita Federal. O grande objetivo da declaração não é meramente pagar imposto, mas comprovar a evolução lícita e transparente do seu patrimônio com base nos seus cachês reais.

Nesse contexto, é indispensável saber com exatidão os detalhes que devem ser declarados. Para quem vive de parcerias pagas, isso abrange valores recebidos diretamente das marcas, comissões de vendas por links de afiliados atrelados à publi, repasses de agências de marketing de influência e até os recebimentos de permutas. Cada modalidade de ganho possui um tratamento e uma ficha específica no programa da Receita, e qualquer divergência entre o que a marca informou e o que você declarou pode gerar pesadas inconsistências fiscais.

Se você deseja entender o funcionamento da tributação dos seus publiposts, como aplicar deduções previstas em lei para pagar o mínimo de imposto possível e afastar qualquer risco de autuação, continue a leitura deste conteúdo. Identificar essas vantagens fiscais é o segredo para proteger o dinheiro das suas campanhas e escalar a lucratividade do seu perfil!

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O que são e como funcionam os trabalhos de Publipost?

Antes de detalharmos as regras do Imposto de Renda, é fundamental entender a dinâmica do mercado de publiposts. O trabalho de “publi” consiste na criação e veiculação de conteúdo patrocinado nas redes sociais de um influenciador ou criador de conteúdo. Em troca de um cachê financeiro, o criador utiliza sua audiência e sua credibilidade para divulgar o produto, o serviço ou a campanha de uma marca, seja através de vídeos curtos, fotos, sequências de stories ou transmissões ao vivo.

O fluxo de trabalho geralmente começa com a negociação, que pode ocorrer diretamente entre a marca e o criador, ou ser intermediada por uma agência de publicidade ou de relações públicas. Após a aprovação do roteiro e do conteúdo final, a campanha vai ao ar. O pagamento por esse serviço pode assumir diferentes formatos: o pagamento fixo em dinheiro (o cachê tradicional), o comissionamento por vendas geradas (através de cupons de desconto rastreáveis) ou o pagamento misto.

Financeiramente, os recebimentos das publis entram na conta bancária do criador de diversas formas. Grandes marcas costumam exigir contratos formais e transferências via TED ou Pix corporativo, enquanto empresas menores podem tentar pagar via transferências informais ou envios de produtos de alto valor (as chamadas permutas). Independentemente do método de pagamento ou da intermediação da agência, todo valor ou bem recebido em troca do serviço de publicidade compõe a renda do criador e está sujeito ao escrutínio da Receita Federal.

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Quais são os principais pontos da lei 15.325/2026 e quais trabalhadores ela alcança?

A Lei 15.325/2026 representa um divisor de águas ao regulamentar oficialmente diversas categorias de profissionais do ambiente virtual. Esta legislação alcança diretamente os criadores de conteúdo que faturam com rendimentos de publipost, trazendo clareza jurídica para influenciadores digitais, produtores de conteúdo de nicho, embaixadores de marcas e creators em geral. A grande vitória da lei foi tirar essas ocupações da informalidade, reconhecendo-as formalmente no mercado de trabalho e publicidade.

Os impactos tributários após a publicação desta lei são profundos e afetam diretamente o planejamento do Imposto de Renda. A legislação definiu Códigos de Atividade Econômica (CNAEs) específicos para quem realiza publicidade digital e promoção de vendas na internet. Isso acabou com a improvisação de usar códigos genéricos, permitindo um enquadramento muito mais exato em regimes como o Simples Nacional, o que facilita a emissão de notas para as marcas, mas também aumenta a fiscalização sobre quem continua não legalizado.

Com essas novas diretrizes, as regras sobre contratos de publicidade, responsabilidade civil nas divulgações e a tributação de permutas tornaram-se mais claras, consolidando a obrigatoriedade da emissão de notas fiscais para toda e qualquer parceria paga. Para os profissionais do setor que vivem de publis, atuar apenas com base no CPF ou receber “por fora” tornou-se uma prática insustentável e de altíssimo risco perante o Fisco.

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Quais são as novidades do Imposto de Renda 2026?

A Receita Federal moderniza seus sistemas de cruzamento de dados ano após ano, e o Imposto de Renda 2026 reflete esse salto tecnológico. A principal novidade é a precisão e o alcance da declaração pré-preenchida. Agora, o sistema puxa de forma automática não apenas os dados informados por grandes agências de publicidade (através da DIRF/EFD-Reinf), mas também movimentaões detalhadas de bancos digitais e gateways de pagamento. O Fisco já sabe o que você recebeu pelas suas campanhas antes mesmo de você abrir o programa.

Outra atualização de peso envolve a correção das faixas de tributação e da tabela de isenção, que foram ajustadas para acompanhar a inflação e a realidade econômica. Para quem realiza publiposts recebendo como Pessoa Física, acompanhar essas faixas é essencial para não ser pego de surpresa com um volume gigantesco de imposto a pagar. Além disso, a prioridade de restituição para contribuintes que utilizam a declaração pré-preenchida e informam a chave Pix (CPF) para recebimento foi mantida e otimizada.

As regras de rastreabilidade do Pix também ficaram ainda mais rigorosas. Através de convênios atualizados com o Banco Central, a Receita Federal aprimorou o monitoramento de contas de pessoa física que recebem múltiplos repasses de empresas diferentes (um comportamento típico de quem faz publis como autônomo). Tentar camuflar pagamentos de campanhas publicitárias como simples transferências de terceiros tornou-se praticamente impossível.

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Quem recebe por Publipost (publis) deve pagar o imposto de renda?

A resposta direta e reta é: sim, quem recebe rendimentos de publipost deve pagar imposto de renda. Qualquer valor auferido por uma pessoa física residente no Brasil está sujeito à tributação. Seja a campanha para uma marca local de roupas, seja um contrato nacional com uma gigante dos cosméticos, o cachê da sua publicidade digital entra na base de cálculo do governo, sem exceções.

Um erro muito comum entre criadores iniciantes é a ilusão de que transações feitas via Pix ou pagamentos de marcas menores passam despercebidos. A partir do momento em que o cachê da publi ingressa em uma conta bancária atrelada ao seu CPF, o registro fiscal é consolidado. Se a soma desses valores publicitários e demais rendas ultrapassar o limite de isenção estipulado, o pagamento do tributo torna-se uma exigência legal inegociável.

É vital quebrar o paradigma de que só trabalhadores assalariados (CLT) arcam com tributos. A tributação sobre o trabalhador autônomo da internet segue a tabela progressiva do Imposto de Renda, que pode abocanhar dolorosos 27,5% dos cachês das suas campanhas. Ou seja, além de pagarem o imposto, os influenciadores autônomos costumam arcar com as alíquotas mais caras de todo o sistema tributário brasileiro.

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Como deve ser feito o pagamento do imposto? Qual prazo?

Para o criador de conteúdo que atua como Pessoa Física, o imposto sobre as publis não é pago apenas em uma cota única no ano seguinte. O recolhimento deve ser mensal, por meio de um sistema obrigatório chamado Carnê-Leão. Essa regra se aplica a todo rendimento recebido de outras pessoas físicas ou de fontes do exterior (caso faça campanhas para marcas internacionais que pagam em dólar/euro).

O prazo para o pagamento do imposto apurado no Carnê-Leão é estrito: o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais) deve ser gerado e quitado até o último dia útil do mês subsequente ao do recebimento do cachê. Por exemplo, se a agência depositou o valor da sua campanha de Dia das Mães em maio, o imposto correspondente deve ser pago até o último dia útil de junho.

O preenchimento do Carnê-Leão hoje é realizado inteiramente de forma online, dentro do portal e-CAC da Receita Federal. O influenciador precisa registrar os cachês recebidos no mês, e a própria plataforma do governo calcula o tributo devido com base na tabela progressiva. Posteriormente, esses dados lançados mensalmente serão importados de forma automática para a sua Declaração de Ajuste Anual.

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Quais despesas podem ser deduzidas no carnê-leão?

A principal forma de diminuir a pesada carga tributária para quem recebe publis como Pessoa Física é através da escrituração do Livro Caixa. Ele permite deduzir do Carnê-Leão algumas despesas que são consideradas essenciais para a execução do seu trabalho publicitário, reduzindo assim o valor base sobre o qual o imposto de até 27,5% será calculado.

Para quem atua com marketing de influência, as deduções permitidas pela Receita Federal podem incluir custos com internet, energia elétrica, manutenção do estúdio de gravação, compra de equipamentos (câmeras, ring lights, microfones) e contratação de serviços técnicos terceirizados (como um editor de vídeo autônomo), desde que todos possuam notas fiscais ou recibos formais emitidos com o seu CPF.

Contudo, é preciso lançar essas deduções com extremo cuidado técnico. Caso o seu cenário de gravação seja na sua própria casa (home office), a Receita exige que as contas residenciais sejam rateadas, permitindo que apenas uma fração (geralmente 20%) das despesas de aluguel e energia seja abatida. Gastos pessoais mascarados como despesa de publi (como roupas de uso diário, maquiagem rotineira e restaurantes não justificados) são um atalho perigoso para autuações fiscais.

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Como deve ser feita a declaração de IR? Qual prazo?

A Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda é o momento de consolidar todos os cachês e patrimônio do ano que passou e apresentá-los de forma organizada ao governo. Ela pode ser enviada através do programa gerador da Receita Federal no computador, pelo aplicativo de celular “Meu Imposto de Renda” ou diretamente via portal e-CAC, acessível com senhas gov.br nos níveis prata ou ouro.

Nesse processo, o criador de conteúdo deverá importar os dados já declarados mensalmente no Carnê-Leão, importar os informes de rendimentos fornecidos pelas agências e marcas que o contrataram, e adicionar suas informações de evolução patrimonial. É a hora de declarar os saldos em bancos, corretoras de investimentos, criptomoedas, aquisição de carros, imóveis, e eventuais pagamentos de planos de saúde e educação. A coerência entre os cachês que você ganhou e o patrimônio que construiu deve ser matemática.

O prazo legal para o envio da declaração costuma ocorrer entre o início de março e o final de maio de 2026. Entregar o documento após o prazo limite estipulado gera multa imediata por atraso, que varia de R$ 165,74 a até 20% do total do imposto devido no ano. A organização prévia dos seus contratos de publicidade é o único caminho para enviar tudo no prazo com tranquilidade.

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Quais despesas podem ser deduzidas na declaração de IR?

Na Declaração de Ajuste Anual, além daquelas despesas já abatidas mensalmente no Livro Caixa, o criador de conteúdo tem o direito de utilizar outras deduções legais para melhorar o seu cenário tributário. Estas deduções são voltadas para os gastos pessoais do influenciador e dos seus dependentes, tendo o poder de reduzir o imposto a pagar ou aumentar a sonhada restituição.

As deduções mais comuns e com maior impacto englobam as despesas médicas, hospitalares, terapias e planos de saúde, que não possuem um teto máximo de dedução estipulado por lei, desde que comprovadas por recibos autênticos. Também são dedutíveis as despesas com instrução (como a sua faculdade ou a escola dos seus filhos), que possuem um limite financeiro anual, além de aportes em planos de previdência privada no modelo PGBL.

É vital que quem fatura com rendimentos de publipost arquive cuidadosamente todos os recibos, notas fiscais da área da saúde e informes de pagamento por pelo menos cinco anos. O cruzamento que a Receita Federal faz com as clínicas e hospitais é praticamente instantâneo através da DMED. Incluir despesas médicas sem o respectivo lastro documental resultará na retenção certa da sua declaração.

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O que acontece quando deixa de pagar o imposto de renda?

Achar que a Receita Federal não notará os repasses das marcas na sua conta é uma aposta com altíssimo risco financeiro. Quando alguém recebe por publis e deixa de declarar os cachês ou de recolher o tributo devido, o cruzamento automatizado de dados feito pelas instituições bancárias, operadoras de cartão e sistemas de Pix identifica a anomalia rapidamente, lançando o criador de conteúdo na temida malha fina.

Se a pendência não for regularizada voluntariamente, a Receita Federal promove o bloqueio do seu CPF, que passa a constar como “Pendente de Regularização”. As consequências práticas paralisam sua carreira e vida pessoal: você fica impossibilitado de abrir contas, tem cartões de crédito bloqueados, não consegue renovar o passaporte e, o pior para quem trabalha com internet, grandes marcas ficam proibidas de firmar contratos de publi com você devido à sua irregularidade fiscal.

O prejuízo financeiro das multas também é colossal. Apenas pelo atraso no pagamento espontâneo, cobra-se juros Selic e multa de mora de até 20%. No entanto, se o Fisco iniciar um processo de fiscalização direta (lançamento de ofício) contra as suas contas, a multa punitiva sobre o imposto sonegado dispara para 75%, podendo chegar a abusivos 150% se os auditores entenderem que houve tentativa de fraude.

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Quanto tempo a receita federal tem para fiscalizar?

Dentro das regras do direito tributário nacional, opera o instituto da “decadência”. Este é o prazo legal e inegociável que a Receita Federal possui para analisar, cruzar informações bancárias, auditar e cobrar os impostos referentes aos seus contratos de publicidade e ganhos online.

De acordo com o Código Tributário Nacional, os auditores fiscais têm o prazo de 5 (cinco) anos para realizar averiguações e cobranças de ofício. Esse relógio começa a contar no primeiro dia do exercício financeiro seguinte àquele em que o imposto deveria ter sido pago. Isso significa que um cachê de publi não declarado ou preenchido incorretamente em 2026 poderá ser auditado e cobrado com correção monetária até dezembro de 2031.

É por conta dessa longa janela de risco que orientamos todos os nossos clientes a manterem um dossiê digital impecável com todos os contratos das marcas, relatórios de entregáveis das campanhas, extratos bancários e notas fiscais de despesas. Uma contabilidade especializada não resolve apenas o problema do imposto deste mês, mas blinda o influenciador contra surpresas judiciais durante todo o quinquênio legal.

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Cuidado com as fake news sobre imposto de renda. Cite algumas.

O mercado de influência digital é movido por muita informação pulverizada. Em grupos de networking, eventos e redes sociais, multiplicam-se “dicas tributárias” repassadas por outros criadores que não possuem base legal. Tomar decisões financeiras sobre o seu patrimônio baseando-se nesses boatos é o caminho mais curto para multas altíssimas.

Fake News 1: “Publi feita em permuta (receber o produto em vez de dinheiro) não precisa declarar nem pagar imposto.”

Falso. A legislação entende que a permuta tem valor econômico. Se você recebeu um celular de R$ 10.000,00 em troca de divulgação, esse bem é considerado remuneração pelo seu trabalho e o valor de mercado dele deve ser tributado e declarado normalmente.

Fake News 2: “Cachês pequenos, divididos em vários Pix de R$ 1.500, não caem no radar da Receita.”

Falso. Através do sistema e-Financeira e dos convênios estaduais do Pix, os bancos são obrigados a reportar o volume global da sua movimentação. O Fisco não analisa o valor de cada Pix isoladamente, mas o montante que ingressou no seu CPF ao final do mês, independentemente de ter sido pago em parcelas.

Fake News 3: “Só preciso me preocupar com o imposto das publis no ano que vem, na época da declaração.”

Falso. Como vimos, o recolhimento do imposto sobre rendimentos recebidos de pessoa física ou do exterior deve ser mensal, via Carnê-Leão. Esperar até o ano que vem para acertar as contas garantirá o acréscimo de multas e juros desnecessários sobre todo o período.

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A abertura de uma empresa pode ajudar quem faz publis a pagar menos imposto? Por que?

A resposta é afirmativa e muda as regras do jogo: SIM. Para os criadores de conteúdo que já possuem uma rotina frequente de contratos de publipost, deixar de atuar como Pessoa Física e realizar a abertura de uma empresa (obter um CNPJ) é a ferramenta de planejamento tributário mais eficaz para salvar a margem de lucro das suas campanhas.

Isso ocorre porque a tributação sobre o trabalho da Pessoa Física no Brasil é punitiva. Um autônomo rapidamente esbarra na alíquota de 27,5% do Imposto de Renda, sem contar a obrigação de pagar a pesada contribuição ao INSS (que pode sugar outros 20%). Metade do valor da sua publi acaba virando imposto antes mesmo de você investir no seu próprio canal.

Ao formalizar uma agência ou produtora com o seu próprio CNPJ, as suas campanhas passam a ser tributadas por regimes jurídicos empresariais, como o Simples Nacional. Utilizando os CNAEs adequados para a atividade de promoção de vendas e publicidade digital, a carga de impostos inicia com alíquotas a partir de incríveis 6% sobre o cachê faturado. Essa técnica legal de redução (elisão fiscal) garante que o dinheiro fique no seu bolso para ser reinvestido na sua carreira.

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Quais são as vantagens na abertura da empresa?

A fuga da alíquota de 27,5% para o patamar inicial de 6% é o atrativo mais poderoso, mas os benefícios estratégicos de possuir um CNPJ vão muito além disso. Atuar como Pessoa Jurídica no mercado de influência eleva a percepção de valor do seu perfil e confere o profissionalismo exigido pelas grandes agências e anunciantes multinacionais.

A vantagem comercial mais expressiva é a capacidade imediata de emitir Notas Fiscais. A esmagadora maioria das marcas não fecha publiposts de alto valor com pessoas físicas, pois precisam da nota fiscal para comprovar a despesa de marketing na contabilidade delas. Ter um CNPJ abre as portas para os contratos mais premium do mercado. Além disso, você ganha acesso a contas bancárias empresariais e cartões de crédito corporativos com maiores limites para estruturar cenários e equipamentos.

No quesito segurança pessoal, o CNPJ possibilita um planejamento previdenciário eficiente. Ao estabelecer um “Pró-labore” (o salário do influenciador-sócio), você contribui para o INSS sobre uma base planejada, garantindo benefícios como auxílio-doença (em caso de acidentes que impeçam a gravação de vídeos), licença-maternidade e cômputo de tempo para aposentadoria, com um custo muito inferior ao de um autônomo.

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Quais são os documentos necessários para abrir a empresa?

Esqueça as filas em cartórios e o excesso de papelada do passado. Com a digitalização dos órgãos públicos e o acompanhamento de uma contabilidade verdadeiramente moderna, o processo de abertura de um CNPJ para quem atua com rendimentos de publipost ocorre de forma 100% remota e muito ágil. Você não precisa sequer sair da frente do seu ring light.

Para darmos o start no processo da sua nova empresa de publicidade, a documentação básica exigida consiste em: uma foto nítida e atualizada do seu RG ou CNH (documentos que contenham o seu CPF), um comprovante de residência no seu nome e a cópia espelho do IPTU do endereço onde a empresa ficará registrada (a maioria das cidades permite o uso do endereço da sua casa para atividades 100% online).

Para finalizar os registros na Junta Comercial e validar a Receita Federal digitalmente, você utilizará a sua conta portal gov.br (em nível prata ou ouro) ou um Certificado Digital do tipo e-CPF. Também ajudaremos você a escolher a razão social adequada para a sua imagem pública. A elaboração do contrato social, a viabilidade na prefeitura e a emissão do CNPJ ficam inteiramente sob a responsabilidade do nosso time.

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Case de Sucesso: O influenciador que economizou muito ao abrir o CNPJ

Para demonstrar o impacto de um planejamento contábil na vida real, trazemos o caso de um cliente que ilustra a rotina de muitos criadores. Tratava-se de um influenciador do nicho de lifestyle que estava faturando cerca de R$ 20.000,00 por mês exclusivamente com rendimentos de publiposts, cobrando cachês diretos das agências como Pessoa Física.

Ao operar unicamente com o CPF, ele estava sendo massacrado pela alíquota máxima do Imposto de Renda. Descontando apenas algumas despesas no carnê-leão, o leão ainda mordia quase R$ 4.500,00 todos os meses em tributos e guias do INSS. Ao assumirmos o seu perfil e formalizarmos a abertura de um CNPJ voltado para promoção e publicidade no Simples Nacional, os números sofreram uma reviravolta.

A carga de impostos despencou imediatamente para a casa dos 6%, adicionando apenas os encargos básicos sobre um Pró-labore estratégico que definimos juntos. O custo mensal, que beirava os cinco mil reais, caiu para cerca de R$ 1.300,00. **A economia direta ultrapassou os R$ 3.200,00 por mês**. Com essa “sobra” de mais de 38 mil reais no ano, feita 100% dentro das leis vigentes, o criador pôde investir em aplicações financeiras seguras e acumular um belo patrimônio pessoal, provando que imposto bem gerido gera riqueza.

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Como o nosso escritório de contabilidade pode ajudar?

Roteirizar vídeos curtos, analisar métricas de engajamento, interagir com seguidores e negociar escopos de publis com marcas já exige dedicação em tempo integral. Adicionar a essa rotina a preocupação com DARFs, notas fiscais, legislação tributária e malha fina é o cenário perfeito para o esgotamento (burnout). O nosso escritório entra exatamente para assumir o controle dos bastidores financeiros, garantindo a sua tranquilidade.

Nós entregamos uma assessoria contábil inteligente, com o foco exclusivo de promover a elisão fiscal do seu perfil. Diferente de despachantes que só enviam a guia do imposto no último dia útil, nós monitoramos ativamente a frequência das suas campanhas, o faturamento emitido nas notas fiscais e controlamos os limites do Simples Nacional, garantindo que a sua carga tributária seja sempre a menor possível sem cruzar a linha da ilegalidade.

Assumimos todo o peso do Fisco e a responsabilidade pelas suas declarações mensais e anuais. Cuidamos ativamente para que seu CPF e CNPJ estejam sempre limpos e prontos para fechar qualquer parceria gigante no mercado. O nosso compromisso é garantir que a sua única tarefa do dia seja criar conteúdo viral e encantar a sua audiência.

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Quais são os serviços prestados por um escritório de contabilidade?

Um escritório de contabilidade estruturado funciona como o cérebro financeiro, a proteção jurídica e o RH da sua carreira na internet. Para garantir suporte total aos rendimentos de publiposts, dividimos a nossa atuação em três grandes áreas operacionais: Contábil/Fiscal, Departamento Pessoal e Societário.

Na nossa rotina Fiscal e Contábil, efetuamos a apuração de todos os seus impostos, fechamos o seu Balanço Patrimonial e orientamos, na prática, como você deve emitir a Nota Fiscal para aquela agência de São Paulo ou como justificar a permuta daquela marca de cosméticos. Asseguramos que nenhum centavo de imposto seja pago a maior.

No Departamento Pessoal, calculamos mensalmente o seu salário como sócio (o Pró-labore), as guias previdenciárias e, caso a sua demanda por publis exploda e você precise registrar um assessor ou editor com carteira assinada, processamos toda a folha de pagamento e os direitos trabalhistas. Já no Societário, cuidamos do nascimento, de possíveis alterações no contrato e enviamos a complexa Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física anual do seu perfil.

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Por que o cliente deve escolher um escritório especializado em seu segmento de atuação em vez de um genérico?

Contabilidades tradicionais de bairro são excelentes em cuidar do armazém da esquina ou da mecânica do bairro. Porém, quando você senta na frente de um contador genérico e tenta explicar que recebeu um “cachê por uma sequência de três stories e um reels em colaboração com uma agência gringa”, a confusão é certa. O mercado da creator economy possui regras tributárias novas que as faculdades antigas não ensinam.

Escolher um escritório de contabilidade focado no seu segmento significa ter a certeza de que isenções específicas e deduções adequadas estão sendo aplicadas. Contadores que não conhecem o ambiente de marketing de influência costumam classificar os rendimentos de publiposts com códigos genéricos de prestação de serviço, fazendo o influenciador pagar alíquotas de imposto incompatíveis e muito mais caras do que o exigido por lei.

Nós respiramos a economia dos criadores de conteúdo todos os dias. Entendemos a linguagem das agências, sabemos como classificar as permutas e conhecemos de cor o caminho que o dinheiro faz até cair no seu banco. Essa especialização radical blinda as suas publis contra multas severas e aumenta a sua sobra de caixa, através de um atendimento feito exatamente onde você trabalha: online e sem papéis.

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Sobre Nós: A Contabilidade Oficial de Quem Vive de Publis

Somos um escritório de contabilidade 100% focado no universo dos criadores de conteúdo e do marketing de influência. Entendemos que a sua carreira acontece na velocidade dos algoritmos e, por isso, oferecemos um atendimento humanizado, extremamente ágil e amparado por tecnologia, abolindo de vez a burocracia e as reuniões presenciais intermináveis. O nosso propósito é descomplicar o recebimento dos seus cachês.

Construímos processos rigorosos e validados pelo mercado: já atendemos mais de 1.000 influenciadores, criadores de conteúdo e profissionais de publipost espalhados por todo o Brasil. Baseamos a nossa atuação na total transparência jurídica, trabalhando com contratos de prestação de serviços contábeis celebrados com todos os nossos clientes. Isso garante o nosso compromisso formal com o sigilo dos valores dos seus contratos e com a responsabilidade técnica do nosso trabalho.

Da abertura do seu CNPJ até o planejamento tributário que vai baratear os impostos da sua próxima publi, passando pela gestão do seu Pró-labore e a entrega impecável do Imposto de Renda Pessoa Física, nós cobrimos toda a jornada financeira do criador de sucesso.

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